Em artigo, João Derly defende Fundação Liberato. Parlamentar pediu audiência com Secretário de Educação para tratar do assunto

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O deputado federal João Derly escreveu um artigo, publicado na edição desta terça-feira do Jornal NH, de Novo Hamburgo, sobre o processo de "sucateamento" ao qual Fundação Escola Liberato Salzano Vieira da Cunha está submetido. No texto, o parlamentar ressalta a importância da instituição para a região do Vale dos Sinos e defende a manutenção do atual modelo de financiamento. 

 

Derly, incluisive, já tratou do assunto diretamente com o governador José Ivo Sartori, em encontro que houve em Brasília, nesta terça-feira, e soliciou uma audiência com o Secretário de Educação do Rio Grande do Sul, Vieira da Cunha, para tratar do assunto e achar uma solução que não penalize os alunos.

 

"A Liberato não pode ser sucateada

 

A Fundação Escola Liberato Salzano Vieira da Cunha, de Novo Hamburgo, é reconhecida, em todo país, como padrão no ensino técnico, proporcionando aos seus alunos a possibilidade de saírem prontos para o mercado de trabalho. Ainda há o incentivo a busca de novas soluções aos problemas do cotidiano. Como um dos inúmeros exemplos, temos a estudante de Novo Hamburgo, Raíssa Muller, que criou um filtro que absorve óleos e repele água, projetado para a limpeza de rios, lagos e oceanos poluídos agindo em prol da sustentabilidade. Mas isso está em risco.

 

Pelos veículos do Grupo Sinos fiquei a par das reclamações da direção da escola sobre a pressão para que ela utilize as mensalidades – que são subsidiadas – para arcar com gastos de pessoal como auxílio-creche, vale transporte e vale alimentação, direitos trabalhistas dos funcionários e que o governo do estado não repassou no último mês.

 

As mensalidades têm como destinação exclusiva a manutenção das atividades da Fundação Liberato como luz, água, limpeza, segurança, entre tantos outros. A receita proveniente disso cobre, apenas, esses gastos. Assumir obrigações trabalhistas não causaria apenas uma perda de qualidade do ensino proporcionado aos alunos, mas a total paralisação da escola.

 

O aumento no valor da mensalidade também não é uma opção, já que causaria uma elitização da instituição, afastando os alunos mais humildes que são isentos do pagamento da mensalidade e, por isso, inviabilizando os estudantes de concorrerem a vagas no Prouni.

 

Portanto, colocar em risco o funcionamento de uma escola que oferece qualificação profissional a quase quatro mil jovens é algo inaceitável e injustificável".

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